
Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011
Montemor-o-Novo dá Música a Pais e Filhos
E com estes números quer esta gente aumentar o horário de trabalho, diminuir os feriados e os dias de férias? Para aumentar ainda mais o desemprego?

Decisões da Assembleia Municipal de Évora: saída das Águas Centro Alentejo
Em resposta às várias perguntas colocadas por diversos membros da Assembleia, o Presidente da Câmara Municipal, José Ernesto d’ Oliveira, explicou, entre outros aspectos, ser esta a única solução viável, face aos insustentáveis custos financeiros que o sistema representa actualmente para a autarquia, assegurando que, a Câmara de Évora está em condições de assumir novamente as águas, em termos técnicos e com a devida qualidade.
As alíneas 2 e 3 foram ambas aprovadas com 37 votos a favor (17 do PS, 15 da CDU, 4 do PSD e 1 do BE) e 1 abstenção (PSD). A alínea 2 defende que nas freguesias rurais do concelho são minoradas as taxas definidas, nos seguintes termos: em 12,5% para os prédios urbanos e em 20% para os prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI; e a alínea 3 solicitou à Assembleia Municipal que delibere no sentido de majorar em 30% a taxa aplicável a prédios urbanos degradados, considerando-se como tais os que, face ao seu estado de conservação, não cumpram satisfatoriamente a sua função ou façam perigar a segurança de pessoas e bens.
A alínea 4, que constatava que, por razões decorrentes da aplicação da lei, não é possível à Câmara Municipal estabelecer valores de IMI sobre a área do Centro Histórico (Freguesias de Santo Antão, Sé e S. Pedro e S. Mamede), todo ele isento da aplicação de IMI, devendo a Câmara pugnar pela aplicação da lei, foi aprovada com 37 votos a favor (16 do PS, 15 da CDU, 5 do PSD e um do BE) e 1 voto contra (PS).
Texto publicado na pagina web do Município de Évora
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Teoria das Merdas na Dom Pepe
Museu de Évora tem novo director

Está a haver um assalto aos países do Sul
Um mata-velhos encena a sua normalidade

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
Évora by night: segredos de alcova no futuro Museu da Música
Sugestão: quem não gosta da máscara dos anonymous...
Vá atão

Ah pois, a malta sempre se pelou por figurar numa telenovela. Cá com o “Grande Irmão”. George, como podes constatar, até aqui na “piolheira” vamos ficando civilizadinhos.
Estamos conversados!
Que grande peça!
Domingo, 27 de Novembro de 2011
Évora sai das Águas Centro Alentejo

Eduardo Luciano, Vereador da CDU na Câmara de Évora, (via facebook)
Uma vez sem exemplo (?): comunicado do PSD

O canto que se faz nas ruas é o grande património da humanidade
Falta agora o cante alentejano ser "Património da Humanidade"
Sábado, 26 de Novembro de 2011
Se for depressa ainda chega a horas
26 de Novembro, pelas 11.30hCom quantos pontos se conta um conto?
Aninhos e Anões
MARGARIDA JUNÇA
CRISTINA REBOCHO
é neste país!
Rua da Corredoura nº8, Évora
266731500
Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
E pregou o confrade Joseph Stiglitz

Creio não ter o mesmo propósito que o Joseph, disso não tenho dúvidas. O Joseph acredita na sacrossanta lei da oferta e da procura, tal como os seus confrades que têm uma fé incomensurável no deus mercado. Mensurável, no entanto, em seu abono, pelo facto da sua confraria ser quotidianamente polvilhada de maná por esse seu deus octópode que não desleixa o bem-estar dos seus crédulos e serventuários.
Ainda assim, achei interessante a pregação que o Nobel da Economia em 2001 e antigo vice-presidente do Banco Mundial proferiu na Corunha, em Espanha, num sermão titulado “Pode o capitalismo salvar-se de si mesmo?”, segundo noticiou a Agência Lusa. De significativo: afirmou que as políticas de austeridade constituem uma receita para “menos crescimento e mais desemprego”; rejeitou as propostas a favor de mais flexibilidade laboral porque “se baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão”; mais disse que “a austeridade é uma receita para o suicídio”. Certamente que o confrade Joseph não entrou em dissidência nem está esclerosado! Acredito, isso sim, no velho ditado: Há mais papistas que o Papa.
Vai longe este Imenso Sul
Polícia defende parede degradada do Salão Central Eborense
A polícia impediu esta noite que a artista plástica Anabela Calatroia acabasse a pintura mural que estava a fazer na parede degradada do Salão Central Eborense. Alegadamente a Comissária que superintende à polícia de Évora terá informado um dos seus subordinados no local de que se estaria a "danificar um bem público".
Évora, 25.11.2011

Polícia à paisana a agredir um jovem esta noite em Lisboa
Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
"Musculatura" a mais na manifestação da CGTP em Évora
Associações culturais em Évora - de luto e em luta pela cultura.

Entre uma política cultural municipal irresponsável, com atrasos nos pagamentos de contratos de há mais de 2 anos, e um corte de 38% nos contratos já assinados pela Direcção Geral das Artes (Secretaria Estado da Cultura), as associações culturais em évora manifestam-se, ficando de luto e em luta!
E, agora, Passos: onde está a "confiança dos mercados"?
O corpo de intervenção receberá horas extraordinárias?
Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
Faço greve, sei porquê, mas não sei muito bem para quê
o que fazer com 25 anos de distinção?
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Mais cortes na cultura para 2012 no valor de cerca de 40%
Há 142 entidades das áreas do teatro, dança, música, artes visuais e arquitetura que receberam hoje uma carta da Direção Geral das Artes (DGA) a comunicar a diminuição até perto de 40 por cento das comparticipações a conceder em 2012, em relação ao valor contratualizado em 2011.
De onde vem e para onde vai a dívida?
“De onde vem a dívida ? Será que foi contraída tendo em vista o interesse geral, ou em benefício de minorias já privilegiadas? Quem são os detentores dos títulos? Será possível diminuir o seu peso de outro modo, que não mediante o empobrecimento das populações? Os que põem estas perguntas são cada vez mais numerosos. Por toda a Europa e em França, é urgente que se abra um debate alargado democrático, porque das respostas dadas a estas perguntas depende o nosso futuro.”“ É por estas razões que cidadãos, organizações sindicais e associativas, apoiados por várias formações políticas, decidiram criar um colectivo nacional para uma auditoria cidadã à dívida pública, para levar o debate ao coração da sociedade.”
“Ao publicar o apelo constitutivo, este colectivo convida todos os cidadãos a participar na exigência da auditoria cidadã para que a dívida pública seja finalmente objecto dum verdadeiro debate democrático, nos planos local, nacional e europeu.”
Mais informação em : http://www.audit-citoyen.org/
[Tradução: JRdS]
Estou em crer que o “sistema da dívida” é uma armadilha financeira, uma espécie de “assalto à mão armada”, disfarçado em “necessidade” ou em fatalidade de catástrofe quase “natural”.
Uma auditoria conduzida por economistas não vendidos (há naquele apelo grandes nomes da Economia actual) também faria muita falta aqui. Mas haverá quem isto interesse e motive?
JRdS


















